domingo, 17 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Kuan Yin
Kuan Yin é o Bodhisattwa Celestial da Compaixão, é a mestra da hierarquia divina que trabalha na freqüência da Compaixão e Amor Incondicional.
Bodhisattwa é um ser humano que atingiu o estado de perfeição e ascensão, tendo se libertado da roda da reencarnação e do ciclo de samsara (ciclo de reencarnações sucessivas visando o aprendizado e ascensão do ser, relacionados a leia do karma- ação e reação).
Pode-se descrever Kuan Yin como a personificação da aspecto Yin da Criação; a Mãe Divina que ama incondicionalmente seus filhos, apesar de toda e qualquer falha, sem julgamentos e discriminações.
Atualmente ela é a senhora do karma, aquela que pode interceder favoravelmente no momento da morte e transição de qualquer ser senciente, diante do conselho karmico.
Na gênese tibetana e indiana, a personificação de Kuan Yin é conhecida como Avalokita e Tara.
Dentro dessa linhagem, a emanação primária da compaixão corresponde a BUDA AMITHABA.
ENTÃO:
Então ele percebeu que esse era seu último desafio, o guardião das maiores histórias que nunca foram contadas , o homem que não podia falhar naquele seu último desafio, de providenciar para que os ensinamentos encontrassem alguém do mundo moderno para contar suas histórias e o resgatasse para um novo milenio, para que a verdadeira história jamais se perdesse. E ao ve-la ele finalmente encontrou a pessoa que podia liberta-lo de todas as suas ações perversas que escravizaram sua mente e seu espírito nos últimos anos de vida...Alguém que entendia a idéia da arte conter a verdade em tantos níveis diferentes, até além do simbolismo básico era emocionante e isso só podia ser decifrado por uma mulher. Ali ele teve certeza que as almas perdidas mais desesperadas podem ser redimidas pelo amor que não julga ninguém...
domingo, 10 de março de 2013
TEDxGallatin - Amanda D'Annucci - Storytelling, Psychology and Neuroscience
Porque contar histórias é a melhor forma de se resolver conflitos e de ensinar .....
sábado, 9 de março de 2013
TÊNIS E FRESCOBOL - Por Rubem Alves
Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que, os relacionamentos são de dois tipos:
Há os relacionamentos do tipo tênis e os do tipo frescobol.
Os relacionamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal.
Os relacionamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me:
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro : o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada, palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um é um acidente lamentável que não deveria ter acontecido. E o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...
A bola: são nossas fantasias, nossos sonhos, nossas idéias sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonhos e idéias pra lá e prá cá...
No tênis recebe-se a idéia do outro para destruí-la, arrebentá-la como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: a idéia do outro é uma preciosidade, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem, cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem e se deseja que o jogo nunca tenha fim...
quarta-feira, 14 de março de 2012
STORYTELLING MATTERS
On March 5th, the non-profit organization Invisible Children posted a video online called “Kony 2012.” The 30-minute, slickly produced video narrated by Jason Russell explains the atrocities of Joseph Kony, leader of the Lord’s Resistance Army in Africa, who many consider to be the most brutal criminal in the entire world. The stated goal of the film is to raise awareness of Kony in order to put pressure on American politicians to bring Kony to justice.
Within five days, it had more than 70 million views on YouTube and 16 million on Vimeo. The number of Google searches, Facebook posts and tweets about Kony has gone through the roof. Mainstream media outlets have spent the last week debating the merits of the video and the aims of Invisible Children as a whole.
In terms of a vehicle designed to get the word out, it’s hard to imagine this film could have been any more successful. So what content marketing tips can we learn from the Kony 2012 campaign?
1. Story telling matters.
Seth Godin’s book, All Marketers are Liars, is about the importance of storytelling. While some believe that Mr. Russell’s video has been vague and misleading at points (a few have used the word “liar’), it’s clearly great storytelling. Russell uses his young son and a young Ugandan boy named Jacob as a narrative device to great effect. The film sets up a parallel between the two boys, illustrating why Americans should be concerned about children halfway around the globe and invoking an emotional response. The inescapable message is, “this could be happening to our children.” So while you don’t need to lie to get your point across, framing a well-crafted story sure helps.
2. Production values matter.
Invisible Children spends a large portion of the donations made to the organization for filmmaking. It has received some criticism for this, but it’s not hard to see that the excellent quality of the film is a big part of what caused it to go viral. From the screen that fades to black as Jacob breaks down in tears when talking about his younger brother, to the carefully flashed images of mutilated children, it’s not hard to see that this is the thoughtful work of an experienced filmmaker. The use of music, on-screen text and narration all add to the heightened emotional response the film provokes. At Marketo, we constantly stress the importance of content in marketing. As you can see, a high quality piece of content can go a long way.
3. Debate spreads the word.
Although there is widespread agreement that Joseph Kony is a terrible man who should be stopped, there has been much debate about how Invisible Children is going about it. That has only helped further awareness of Joseph Kony. While not all controversy is good (see: Rush Limbaugh’s tough week), debate can cause discussion about an issue to spread. So don’t worry about the fact that your company can’t please all the people all of the time — that just might help you.
4. A strong call to action is key.
The Kony film ends with very clear directions: Sign the petition, order the bracelet and share the video. On their website, they also made it very easy to contact important political figures and celebrities about Kony through social media channels. With a push of a button, visitors can tweet or email people like Jay-Z, Nancy Pelosi or Bill O’Reilly. The film also clearly spells out how taking these action will help the victims of Joseph Kony. The combination of a clear and easy call to action with explicitly defined benefits has made the campaign very successful.
Share the lessons by tweeting this post, and learn more content marketing tips and tricks in our Content Marketing Resource Center
Assinar:
Postagens (Atom)